Informativo de Investimentos Mercer - Maio de 2019

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Informativo de Investimentos Mercer - Maio de 2019
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Calendar22 Junho 2019

Economia Internacional

O grande destaque do mês de maio foi o aumento das tensões com a guerra comercial entre EUA e China, com a iniciativa do governo Trump em sobretaxar produtos chineses, quando se esperava estarem próximos de um acordo.

Nos EUA, a autoridade monetária segue dando continuidade aos sinais emitidos ao longo dos últimos meses: a última reunião do Federal Reserve (FED) manteve mensagens consistentes com a manutenção da taxa de juros em seu corredor no curto prazo. Enquanto o Comitê de Política Monetária (FOMC) acompanha a evolução dos indicadores econômicos, espera-se que seus integrantes sigam ressaltando a paciência na condução da política monetária, o que deve limitar revisões significativas no cenário para os juros no curto prazo. 

Europa

Na Zona do Euro, a conjuntura se mostra negativa. Os índices de confiança PMI´s, sobretudo os dados de confiança industrial seguem muito fracos. A Europa é dependente do dinamismo do resto do mundo e os riscos globais também aumentam risco para atividade europeia, somado a isso, tem a questão política do Brexit e a saída da Theresa May, um substituto deve ser anunciado no início do mês que vem. A incerteza com o Brexit volta ao radar do mercado, trazendo um risco baixista para a atividade de toda a região. 

China

Na China, os dados do mês de maio vieram no terreno negativo, desfazendo o otimismo com as medidas de estimulo anunciadas. A estratégia geral do governo segue o curso de procura pela estabilidade, porém os riscos continuam vindo da guerra comercial.

Economia Brasileira 

No Brasil, interesses do executivo e do centrão são convergentes na pauta econômica. Se percebe que a agenda de reformas passou a ser a única opção para que o legislativo aumente sua popularidade, com isso há grande expectativa de avanço da agenda de reformas e otimismo quanto à aprovação da reforma da previdência. Entretanto, as notícias políticas estão piores na margem, sugerindo a possibilidade de aprovação na Câmara somente no terceiro trimestre. Além disso, é possível que, no futuro, haja uma revisão da potência fiscal esperada com a reforma.

De qualquer maneira, os dados econômicos têm demonstrado fraqueza no curto prazo, fazendo com que o mercado aposte em um novo ciclo de corte de juros ainda em 2019.

A dificuldade do governo Bolsonaro em construir uma base formal de apoio tem sido fonte constante de ruídos e incertezas. No entanto, espera-se que a reforma da Previdência permaneça a mesma, com a aprovação em 1º turno no plenário da Câmara dos Deputados no mês de agosto, após o recesso parlamentar.  

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