Da diversidade à inclusão e à melhoria do engajamento

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Nos últimos anos, no Japão, o desenvolvimento das carreiras das mulheres, a reforma das práticas trabalhistas e a diversidade se tornaram populares. Somam-se a isso as aprovações do Ato da Mulher Ativa, em setembro de 2015, e da reforma das práticas trabalhistas, em junho de 2018. Nesse contexto, contribuíram para a promoção do avanço social das mulheres: a redução da força de trabalho devido à baixa taxa de natalidade e longevidade; a melhor conscientização com relação ao trabalho devido ao aumento na taxa de avanço do ensino universitário; o baixo crescimento econômico que levou ao declínio na renda dos homens; e o crescimento sólido da quantidade de empregadoras mulheres. Como resultado, tornou-se um sinal o fato de que o avanço social das mulheres era inibido pelos nascimentos e pelos cuidados com as crianças, e a chamada "curva M" tem melhorado recentemente. Além do mais, não ficou menor do que nos outros países.

Entretanto, a "curva M" tem caído devido à disseminação do sistema de licença-maternidade e ao desenvolvimento de creches, entre outros fatores, possibilitando que as mulheres continuassem trabalhando. Isso se deve em grande parte ao aumento na contratação irregular de mulheres. As mulheres podem escolher empregos irregulares de baixa renda por motivos do tipo "posso trabalhar no horário mais conveniente para mim", "fica fácil conciliar com circunstâncias familiares como as tarefas domésticas, cuidar de crianças e amamentação". Além disso, no Japão a porcentagem de mulheres em posições executivas e gerenciais ainda é baixa. A contratação de mulheres tem progredido gradualmente, mas suas obrigações profissionais têm ficado restritas a um papel de suporte, e atualmente existem muitos desafios em termos de formação de carreira.

A partir de agora, é provável que o Japão enfrente uma escassez de trabalhadores sem precedentes, conjuntamente com o declínio da força de trabalho. Por isso, as empresas japonesas devem obter não apenas mulheres, como também empregados de todas as gerações e de várias nacionalidades, além de promover suas atividades nos meios de comunicação no longo prazo. Portanto, não apenas coexistem diversos empregados na empresa ou organização (= diversidade), como também cada um é respeitado como membro da organização e participa da tomada de decisão e de atividades organizacionais (= inclusão). Isso também aumenta a disposição para contribuir voluntariamente para demonstrar o seu poder (= melhoria no engajamento), e devemos aumentar a competitividade das organizações e empresas.

Contudo, existem várias iniciativas para melhorar a inclusão e o engajamento, e, uma vez que estão enredadas de uma maneira complexa, mesmo que sejam implementados esforços individuais, não é possível ver seus efeitos. A fim de conectar esses esforços para reconstruir a competitividade da empresa, é necessário verificar corretamente o propósito e a abordagem dos três seguintes pontos de vista: ① construir relacionamentos de confiança, ② flexibilidade de tempo e local e ③ respeito à diversidade e à individualidade.

Rina Bando 
by Rina Bando 

Career Consultant

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