Três justificativas para o futuro dos mercados emergentes estar em priorizar as pessoas

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Imagine que você foi encarregado de criar uma cidade totalmente nova a partir do zero. Um rio largo e sinuoso corta um planalto de terra árabe, e você é responsável pelo que vai acontecer. O que você faz primeiro? Desenha uma grade de ruas? Instala os serviços de emergência? Reserva terrenos para preservação e desenvolvimento? Pense bem, porque a sua próxima decisão pode determinar o destino dos habitantes da sua cidade pelas próximas gerações.

Essencialmente, esta é a mesma decisão que os líderes locais da megacidades emergentes em todo o mundo enfrentam atualmente. Eles podem não estar começando do zero, mas as megacidades do futuro estão diante de um potencial para o crescimento dinâmico e a expansão semelhante ao das cidades de crescimento rápido do passado. Qual deve ser a prioridade número um desses líderes ao se concentrarem nos desenvolvimentos futuros? As pessoas.

De acordo com um relatório recente da Mercer intitulado "People First: Driving Growth in Emerging Megacities," devemos priorizar os seres humanos (e não os robôs) para obter vantagens competitivas. Devemos projetar a tecnologia com o foco nos seres humanos. Citando Pearly Siffel, Líder Internacional de Estratégia e Expansão Geográfica da Mercer: "No futuro, o trabalho envolverá não só o uso da tecnologia, mas também a interação com a tecnologia."

1. A tecnologia é descartável, as pessoas não

A desgastada máxima de que a IA transformará o futuro é mais verdadeira hoje do que nunca, mas desvirtua a maneira como o futuro será transformado. O que pode começar como uma corrida para adotar e alavancar a IA no local de trabalho acabará inevitavelmente em uma saturação de tecnologia: assim que uma empresa libera o potencial pleno da automação, é uma questão de tempo até que seus concorrentes repliquem o modelo.

Quem ganha em um mundo onde a IA está presente em todos os escritórios? As organizações com os melhores talentos. As demandas dos consumidores e da força de trabalho inevitavelmente se adaptarão a um futuro movido a IA, e o verdadeiro diferencial será a conexão entre habilidades humanas e tecnologia.

Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial resume as 10 habilidades de que os seres humanos precisam para criar valor em um mundo cada vez mais automatizado, e é um grande lembrete de que o foco deve permanecer nas pessoas se quisermos construir alguma coisa que funcione no futuro do trabalho.1

Tamara McCleary, fundadora e CEO da Thulium, resumiu bem esta questão em uma conversa recente que tivemos: "Se estivermos distraídos com todo o glamour da promessa de um futuro sem atritos com a IA, certamente erraremos o alvo. Embora a tecnologia possa ser um acelerador econômico no futuro do trabalho, as pessoas ainda são os fatores principais para a produtividade sustentada."

Danielle Guzman
by Danielle Guzman

Global Head Social Media & Distributed Content

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