Transformando o RH: Por que um modelo de interação (TIM – Target Interaction Model) é a chave para liberar a experiência do funcionário

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Por que um modelo de interação é a chave para liberar a experiência do funcionário

À medida que o futuro do trabalho se aproxima da evolução da experiência do funcionário, é a hora do RH se transformar.

A Mercer fez um guia rápido sobre a transformação do RH de um modelo operacional padrão para um modelo cujo objetivo é a interação. 

O que sabemos?

Cada vez mais, as empresas  estão investindo na experiência do funcionário e por uma boa razão. Uma experiência de funcionário positiva proporciona uma melhor experiência do cliente, apoiando a atração e retenção de talentos e aumentando a confiança e a produtividade na empresa. 

O modelo de RH predominante nas últimas décadas foi desenhado com base em processos terceirizados cujo foco está na otimização/redução de custos.  Com o tempo, isso criou uma experiência fragmentada para funcionários e candidatos a vagas nas organizações e o custo-benefício dessa escolha nunca foi alcançado. Esse modelo de RH não se alinha às necessidades atuais dos negócios e da força de trabalho.

 

Como podemos avançar?

O RH pode desempenhar um papel estratégico na melhoria da experiência do funcionário, transformando o modelo operacional padrão (TOM) para um modelo cujo objetivo seja a interação (TIM). No modelo de interação, o RH tem como foco as pessoas e valoriza a interação e satisfação dos funcionários, sendo essa a principal métrica de sucesso.

 

Qual o modelo ideal de RH?

Qual portfólio de serviços pode ajudar a alcançar os objetivos de negócios, elevando a experiência dos funcionários?

Design-thinking , Design-sprints e prototipagem rápida ajudarão a criar um TIM  (modelo de interação) progressivo, que orienta os esforços de transformação do RH.

Hoje, o RH gasta mais tempo com os aspectos operacionais da parte inferior da pirâmide. O caminho a seguir é tornar isso um diamante, transformando o foco de transacional em estratégico.

 

Onde podemos começar? 

Processos deveriam seguir propósitos. O RH precisa entender de onde vem antes de pensar em um novo propósito. Isso demanda uma avaliação real e honesta do atual portfólio do RH junto as necessidades futuras do mercado. A chave é equilibrar economia e empatia.

Desvendar os processos existentes e migrar para a perspectiva de interação requer um gerenciamento de mudanças significativo, combinando comunicação, novas qualificações e participação do RH na formação desse novo mundo.

Faça o download do relatório da Mercer, disponível em inglês, para saber mais sobre como transformar o RH usando o modelo de interação ou entre em contato conosco para falar mais sobre esse assunto com um de nossos consultores.

Interessado em saber mais?

Nesse material, apresentamos como um funcionário experiente é valioso em uma era de automação.

Faça o download do relatório, disponível em inglês: 

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