Ranking de Qualidade de Vida 2017

Imprensa

19 ranking de Qualidade de Vida da Mercer traz Viena no primeiro lugar e algumas mudanças na América Latina

  • 14 março 2017
  • Brasil, São Paulo
  • Viena ocupa o primeiro lugar em qualidade de vida pelo 8º ano consecutivo
  • Singapura ocupa o primeiro lugar em infraestrutura urbana
  • Brasília é a melhor cidade avaliada do país no quesito infraestrutura e TOP 5 na América Latina
  • Montevidéu é a cidade melhor classificada da América do Sul, ocupa o 79º lugar em qualidade de vida e 106º em infraestrutura. 

São Paulo, 14 de março de 2017. Apesar da crescente volatilidade política e financeira na Europa, muitas de suas cidades oferecem a melhor qualidade de vida do mundo e continuam sendo destinos atraentes para expandir operações comerciais e enviar expatriados em transferências, de acordo com a 19ª pesquisa anual de Qualidade de Vida da Mercer. A infraestrutura urbana, classificada separadamente este ano, desempenha um papel importante quando multinacionais decidem onde estabelecer locais no exterior e enviar empregados expatriados. O fácil acesso ao transporte, à eletricidade de confiança e à água potável são considerações importantes ao determinar os subsídios de hardship, baseados nas diferenças entre os locais de origem e de destino de um determinado expatriado.

“A instabilidade econômica, a agitação social e a crescente turbulência política aumentam o desafio complexo que as empresas multinacionais enfrentam ao analisar a qualidade de vida para sua força de trabalho expatriada,” disse Ilya Bonic, Sócio Sênior e Presidente da área de Carreira da Mercer. “Para as empresas multinacionais e governos, é fundamental ter informações precisas, detalhadas e confiáveis sobre qualidade de vida. Isso não apenas permite que esses empregadores remunerem os empregados adequadamente, mas também fornece um benchmark de planejamento e insights sobre o ambiente operacional geralmente sensível que envolve a sua força de trabalho”.

“Em épocas de incerteza, as organizações que planejam se estabelecer e enviar empregados a um novo local devem garantir que possuem um quadro completo da cidade, incluindo a sua viabilidade como um local de negócios e a sua atratividade para o talento-chave,” acrescentou o Sr. Bonic.

Viena ocupa o primeiro lugar em qualidade de vida em geral pelo 8º ano consecutivo, sendo que o restante da lista das dez melhores colocadas são cidades europeias: Zurique está em segundo lugar, com Munique (4), Dusseldorf (6), Frankfurt (7), Genebra (8), Copenhague (9) e Basileia, uma recém-chegada à lista, em 10º lugar. As únicas cidades não europeias dentre as dez melhores colocadas são Auckland (3) e Vancouver (5). As cidades com melhor classificação da Ásia e América Latina são Singapura (25) e Montevidéu (79), respectivamente.

A pesquisa da Mercer também inclui uma classificação de infraestrutura urbana que avalia, para cada cidade, o fornecimento de energia elétrica, água potável, telefone, correio e transporte público, assim como congestionamento de trânsito e a variedade de voos internacionais disponíveis nos aeroportos locais. Singapura ocupa a primeira colocação no ranking de infraestrutura urbana, seguida por Frankfurt e Munique, ambas em segundo lugar. Bagdá (230) e Porto Príncipe (231) são as últimas colocadas para infraestrutura urbana. Neste quesito Brasília é a melhor cidade avaliada do país e figura como umas das 5 mais bem avaliadas na América Latina

A pesquisa da Mercer é uma das mais abrangentes do mundo e é conduzida anualmente para auxiliar empresas multinacionais e outras organizações a remunerar de maneira justa seus empregados enviados em transferências internacionais. Além das informações valiosas, as pesquisas de Qualidade de Vida da Mercer fornecem recomendações de hardship para mais de 450 cidades em todo o mundo; o ranking deste ano inclui 231 dessas cidades.

“O sucesso das transferências internacionais é influenciado por questões como facilidade de viagem e comunicação, padrões de saneamento, segurança pessoal e acesso a serviços públicos,” comentou Slagin Parakatil, Diretor da Mercer e responsável pela pesquisa de qualidade de vida. “As empresas multinacionais precisam de informações precisas e oportunas para ajudá-las a calcular remuneração justa e consistente para os expatriados – um desafio real em locais com qualidade de vida comprometida.”

O Sr Parakatil acrescentou, “A infraestrutura de uma cidade, ou melhor, a falta dela, pode afetar consideravelmente a qualidade de vida que os expatriados e suas famílias vivenciam diariamente. O acesso a uma variedade de opções de transporte, estando conectado local e internacionalmente, e o acesso à energia elétrica e água potável estão entre as necessidades essenciais dos expatriados que chegam a um novo local de transferência. Uma infraestrutura bem desenvolvida também pode ser uma vantagem competitiva importante para as cidades e municípios que tentam atrair empresas multinacionais, talentos e investimentos estrangeiros.”

Europa
Mesmo com a turbulência política e econômica, as cidades da Europa Ocidental continuam a desfrutar de algumas das mais altas qualidades de vida do mundo. Ainda em primeiro lugar, Viena é seguida por Zurique (2), Munique (4), Dusseldorf (6), Frankfurt (7), Genebra (8), Copenhague (9), e uma recém-chegada à lista, Basiléia (10). Em 69º lugar, Praga é a cidade melhor classificada da Europa Central e Oriental, seguida por Liubliana (76) e Budapeste (78). A maioria das cidades europeias permaneceu estável no ranking, com exceção de Bruxelas (27), caindo seis posições devido às questões de segurança relacionadas a terrorismo, e Roma (57), quatro lugares abaixo devido aos problemas de remoção de resíduos. Finalmente, Istambul caiu da 122ª para a 133ª posição devido à grave turbulência política na Turquia durante o ano passado. As cidades com pior classificação da Europa são São Petersburgo e Tirana (ambas em 176º lugar), juntamente com Minsk (189).

As cidades da Europa Oriental também ocupam a maior parte dos dez melhores lugares no ranking de infraestrutura urbana com Frankfurt e Munique juntamente em 2º lugar mundial, seguidas por Copenhague (4) e Dusseldorf (5). Londres está na 6ª colocação e Hamburgo e Zurique ambas em 9ª. Entre as piores classificadas da Europa estão Sarajevo (171) e Tirana (188).

“As cidades que estão no topo da lista de infraestrutura urbana oferecem uma combinação de instalações aeroportuárias locais e internacionais de primeira linha, cobertura variada e extensa através de redes locais de transporte e soluções inovadoras, como tecnologia inteligente e energia alternativa", comentou Parakatil. "A maioria das cidades agora alinha variedade, confiabilidade, tecnologia e sustentabilidade ao projetar infraestrutura para o futuro.”

Américas
Na América do Norte, as cidades canadenses ocupam as posições mais altas do ranking. Vancouver (5) é novamente a cidade da região mais alta no ranking de qualidade de vida. Toronto e Ottawa seguem em 16º e 18º lugares respectivamente, enquanto que São Francisco (29) é a cidade americana melhor colocada, seguida por Boston (35), Honolulu (36), Nova York (44) e Seattle (45). Os altos índices de criminalidade em Los Angeles (58) e Chicago (47) fizeram com que essas cidades caíssem nove e quatro posições respectivamente. Monterrey (110) é a cidade do México mais alta no ranking, enquanto que a capital do país, Cidade do México, ocupa a 128ª posição. Na América do Sul, Montevidéu (79) é a melhor classificada para qualidade de vida, seguida por Buenos Aires (93) e Santiago (95). La Paz (157) e Caracas (189) são as cidades da região com pior classificação.

Para infraestrutura urbana, Vancouver (em 9º lugar) também é a melhor classificada da região. É seguida por Atlanta e Montreal, empatadas em 14º lugar. Em geral, a infraestrutura das cidades do Canadá e dos Estados Unidos é de alto padrão, incluindo a conectividade de aeroporto e ônibus, a disponibilidade de água potável e a confiabilidade do fornecimento de energia elétrica. O congestionamento de trânsito é uma preocupação nas cidades em toda a região. Tegucigalpa (208) e Porto Príncipe (231) possuem as pontuações mais baixas para infraestrutura urbana da América do Norte. Em 84º lugar, Santiago é a cidade sul-americana melhor colocada no ranking de infraestrutura; La Paz (168) é a pior.
    
Segundo Indre Medeiros, líder da prática de Mobilidade da Mercer Brasil, os fatores de maior criticidade dos países da América do Sul que afetam seu posicionamento no ranking estão relacionados ao contexto sócio-político, econômico, além do padrão de educação disponível para estrangeiros. “Ou seja, a variedade de escolas internacionais ou escolas locais particulares que atendam todas as séries escolares é um ponto importante”.

“No caso do Brasil como um todo, que está entre os top 5 da América do Sul, os pontos fortes apontam para a qualidade significativa da oferta de bens de consumo e ambiente natural de destaque, com clima agradável e baixa recorrência de desastres naturais”

Em 2017, a cidade mais bem colocada continua sendo Brasília, assumindo a 109ª posição. Em seguida, Rio de Janeiro (118), São Paulo (121) e Manaus (127).

Em relação ao ranking de 2016, a cidade do Rio de Janeiro caiu na avaliação, devido à limitação de sistemas adequados de esgoto e restrição de uso de fontes de águas locais devido à poluição. Outro fator que comprometeu o índice da cidade foi o aumento de número de casos de riscos à saúde devido à existência de insetos transmissores de Zika Virus, febre amarela e dengue.

Por outro lado, Rio de Janeiro e São Paulo alavancam a média com a melhor qualidade de ensino e educação para expatriados entre as cidades brasileiras do ranking e ainda nas categorias de recreação, possuindo ampla variedade de restaurantes, programas culturais, opções de esporte e lazer.

Manaus continua sendo a localidade desafiadora no Brasil, principalmente em termos de segurança e educação, mas com bom número de centros comerciais que oferecem excelentes escolhas de alimentos e outros produtos de consumo diário.

Ásia-Pacífico
Singapura (25) continua a ser a cidade melhor colocada no ranking da região Ásia-Pacífico, onde há uma grande disparidade em qualidade de vida; Duchambé (215) no Tajiquistão é a pior. No Sudeste Asiático, Kuala Lumpur (86) segue Singapura; outras cidades-chave incluem Bangkok (131), Manila (135), e Jacarta (143). Cinco cidades japonesas estão no topo do ranking para a Ásia Oriental: Tóquio (47), Kobe (50), Yokohama (51), Osaka (60) e Nagóia (63). Outras cidades notáveis da Ásia incluem Hong Kong (71), Seul, (76), Taipei (85), Xangai (102) e Pequim (119). Há também uma considerável variação regional no ranking de infraestrutura urbana. A cidade melhor classificada é Singapura (1), onde Daca (214) está perto do final da lista.

Nova Zelândia e Austrália continuam bem classificadas em qualidade de vida: Auckland (3), Sydney (10), Wellington (15) e Melbourne (16) permanecem entre as 20 melhores. Contudo, quando classificadas em infraestrutura, apenas Sydney (8) fica entre as primeiras dez, com Perth (32), Melbourne (34) e Brisbane (37) também se classificando bem para infraestrutura na Oceania. Em geral, as cidades da Oceania desfrutam de boa qualidade de vida, embora critérios como conectividade aeroportuária e congestionamento de trânsito estejam entre os fatores que as classificam mal em termos de infraestrutura urbana.

Oriente Médio e África
Dubai (74) continua a ter a melhor classificação em qualidade de vida em toda a África e Oriente Médio, subindo uma posição no ranking deste ano, seguida de perto por Abu Dhabi (79), que subiu três lugares. Saná (229) no Iémen, Bangui (230) na República Centro-Africana e Bagdá (231) no Iraque são as três cidades da região com a pior classificação em qualidade de vida.

Dubai também se classifica melhor em infraestrutura estando em 51º lugar. Apenas outras cinco cidades da região ficam entre as 100 primeiras, incluindo Tel Aviv (56), Abu Dhabi (67), Port Louis (94), Mascate (97) e a próxima anfitriã da Copa do Mundo da FIFA, Doha no Catar, que ocupa a 96ª posição em infraestrutura. As cidades dos países africanos e do Oriente Médio dominam a metade inferior da tabela para infraestrutura, com Brazavile (228) na República do Congo, Saná (229) e Badgá (230) possuindo as piores classificações.

-Fim-

Notas aos Editores

A Mercer produz anualmente os rankings mundiais de qualidade de vida a partir de sua Pesquisa de Qualidade de Vida Mundial. Relatórios individuais são produzidos para cada cidade pesquisada. Índices comparativos de qualidade de vida entre uma cidade base e uma de destino estão disponíveis, assim como comparações entre múltiplas cidades. Os detalhes podem ser obtidos com Mercer Client Services em Varsóvia, tel.: +48 22 434 5383 ou www.mercer.com/qualityofliving.

Os dados foram amplamente analisados entre setembro e novembro de 2016 e serão atualizados regularmente para levar em conta a evolução das circunstâncias. Em particular, as avaliações serão revistas para refletir os desenvolvimentos políticos, econômicos e ambientais significativos. A lista dos rankings é fornecida à mídia para referência e não deve ser publicada na íntegra. As 10 melhores e as 10 piores cidades de cada lista podem ser reproduzidas em uma tabela.

As informações e dados obtidos através dos relatórios de Qualidade de Vida são apenas para fins informativos e destinados ao uso por organizações multinacionais, agências governamentais e municípios. Não são projetados ou destinados para o uso como base para investimento estrangeiro ou turismo. Em nenhum caso a Mercer será responsável por qualquer decisão ou ação tomada com base nos resultados obtidos através do uso, ou a informação ou dados contidos nos relatórios. Enquanto os relatórios foram elaborados com base em fontes, informações e sistemas que acreditamos ser confiáveis e precisos, eles são fornecidos "tal como estão", e a Mercer não aceita nenhuma responsabilidade referente à validade / precisão (ou não) das fontes/dados usados para compilar os relatórios. A Mercer e suas afiliadas não fazem representações ou garantias com relação aos relatórios, e negam todas as garantias expressas, implícitas e estatutárias de qualquer tipo, incluindo representações e garantias implícitas de qualidade, precisão, pontualidade, integralidade, comercialização e adequação para uma determinada finalidade.


Expatriados em Locais Difíceis: Determinação de Subsídios e Incentivos Adequados
As empresas devem determinar os pacotes de remuneração de seus expatriados de forma racional, consistente e sistemática, utilizando dados confiáveis. Fornecer incentivos para recompensar e reconhecer os esforços que os empregados e suas famílias fazem quando transferidos internacionalmente permanece como uma prática típica, principalmente para locais difíceis.

Dois incentivos comuns incluem um subsídio de qualidade de vida e um prêmio de mobilidade:
•    Um subsídio de qualidade de vida ou hardship compensa a diminuição de qualidade de vida entre os locais de origem e destino.
•    Um prêmio de mobilidade simplesmente compensa a inconveniência de ser desenraizado e ter que trabalhar em outro país.

Um subsídio de qualidade de vida geralmente está relacionado com a localização, enquanto que um prêmio de mobilidade normalmente independe do local de destino. Algumas empresas multinacionais combinam esses prêmios, mas a grande maioria os fornece separadamente.

Qualidade de Vida: Benchmarking de cidade
A Mercer também ajuda os municípios a avaliarem os fatores que podem melhorar a sua classificação em qualidade de vida. Em um ambiente global, as empresas possuem muitas escolhas, como para onde enviar seus empregados e estabelecer novos negócios. A qualidade de vida de uma cidade pode ser uma variável importante a ser considerada pelas empresas.

Líderes de muitas cidades querem entender os fatores específicos que afetam a qualidade de vida de seus habitantes e abordar essas questões que diminuem a classificação geral de suas cidades em qualidade de vida. A Mercer aconselha os municípios através de uma abordagem holística que considera seus objetivos de progredir rumo a excelência e atrair empresas multinacionais e talentos transferidos globalmente, melhorando os elementos mensurados em sua pesquisa de Qualidade de Vida.

Recomendações da Mercer sobre Subsídios de Hardship
A Mercer avalia as condições de vida local em mais de 450 cidades pesquisadas em todo o mundo. As condições de vida são analisadas de acordo com 39 fatores, agrupados em 10 categorias:
1.    Ambiente político e social (estabilidade política, crime, cumprimento de leis, etc)
2.    Ambiente econômico (regulamentações sobre taxa de câmbio, serviços bancários).
3.    Ambiente sociocultural (disponibilidade de mídia e censura, limitações para liberdade pessoal).
4.    Considerações médicas e de saúde (suprimentos e serviços médicos, doenças infecciosas, saneamento, descarte de resíduos, poluição do ar, etc).
5.    Escolas e educação (padrão e disponibilidade de escolas internacionais).
6.    Serviços e transporte público (eletricidade, água, transporte público, congestionamento de trânsito, etc).
7.    Recreação (restaurantes, teatros, cinemas, esportes e lazer, etc).
8.    Bens de consumo (disponibilidade de alimentos/artigos de consumo diário, carros, etc).
9.    Moradia (aluguel de imóvel, eletrodomésticos, móveis, serviços de manutenção).
10.    Ambiente natural (clima, registro de desastres naturais).

Os pontos atribuídos a cada um dos fatores, que são ponderados para refletir sua importância para os expatriados, permitem comparações objetivas de cidade a cidade. O resultado é um índice de qualidade de vida que compara diferenças relativas entre dois locais avaliados. Para que os índices sejam utilizados de maneira eficaz, a Mercer criou uma grade que permite aos usuários vincularem o índice resultante a um valor de auxílio para qualidade de vida, através da recomendação de um valor percentual em relação ao índice.

Sobre a Mercer

A Mercer é uma consultoria líder mundial em talento, saúde, previdência e investimentos. A Mercer auxilia os clientes em todo o mundo a promover a saúde, o patrimônio e o desempenho de seus ativos mais importantes – as pessoas. Os mais de 20.000 empregados da Mercer estão localizados em 42 países e a empresa opera em mais de 130 cidades. A Mercer é uma subsidiária integral da Marsh & McLennan Companies (NYSE: MMC), um time global de empresas de serviços profissionais fornecendo consultoria e soluções a clientes nas áreas de risco, estratégia e capital humano. Com mais de 55.000 empregados em todo o mundo e receita anual superior a US$13 bilhões, a Marsh&McLennanCompanies também é a controladora da Marsh, líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos, Guy Carpenter, líder mundial em serviços de risco e mediação de resseguro; e Oliver Wyman, líder mundial em consultoria de gestão. Para mais informações, visite www.mercer.com.Siga a Mercer no Twitter@MercerBrasil.

 

 

 

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