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Mercer Identifica Dez Principais Ideias de Investimentos para Seguradoras para 2017

  • 25.01.2017
  • Brasil, São Paulo

Crescente fragmentação geopolítica, pressões inflacionárias e contínua incerteza
em torno do banco central e da política governamental têm potencial
para afetar os investimentos das seguradoras.

São Paulo, 25 de janeiro de 2017- A Mercer, uma consultoria global líder em promover saúde, patrimônio e carreiras, e uma subsidiária integral da Marsh & McLennan Companies (NYSE: MMC), anunciou hoje áreas de foco para os ativos de investimentos das seguradoras para o próximo ano, uma vez que a crescente fragmentação geopolítica, as pressões inflacionárias e a contínua incerteza em torno do banco central e da política governamental têm potencial para afetar os investimentos das seguradoras.

“Os mercados financeiros globais em geral se mantiveram bem em 2016, especialmente devido aos inesperados eventos geopolíticos que ocorreram”, comentou Ravi Rastogi, Líder do Grupo de Seguros da Mercer na Europa. “As recentes manifestações do mercado de ações são mais um sinal de que o sentimento do investidor está se movendo para uma direção mais otimista. Dito isso, há riscos significativos de perda persistente devido às preocupações com a sustentabilidade da recuperação econômica, aumento das pressões inflacionárias, contínua incerteza geopolítica e limites práticos em torno da eficácia das ações dos bancos centrais e das políticas governamentais.”

A Mercer sugere que as seguradoras priorizem as seguintes áreas em 2017 para seus investimentos, incluindo:                                    

1.    Otimizar o modelo operacional: Os modelos operacionais de investimentos são a estrutura que abrange todos os aspectos da abordagem de investimentos, desde a governança da alocação estratégica de ativos até a implementação. As seguradoras estão cada vez mais procurando rever e aperfeiçoar seus modelos operacionais para oferecer retornos líquidos superiores.

2.    Proteger a perda: Os ambientes macroeconômico e político incertos continuam a possibilitar uma súbita volatilidade significativa nos mercados financeiros. Para os rendimentos de títulos e moedas, é importante considerar o risco de forma holística em todos os ativos e passivos, e a abordagem global da gestão de ativos e passivos deve ser revista para confirmar que essa abordagem gerencie esses riscos de forma adequada.

3.    Captar riscos e oportunidades emergentes. O Banco Central dos Estados Unidos parece estar cada vez mais preparado para elevar as taxas de juros mais rapidamente do que se esperava no início de 2016, sendo isso ainda mais encorajado pelas opiniões expressas por Donald Trump sobre a expansão da política fiscal, assim como sobre o potencial para uma política mais protecionista. Esses fatores podem agravar ainda mais a volatilidade de ativos e moedas em mercados emergentes, o que apresenta riscos e oportunidades para investimentos em mercados emergentes e, portanto, a alocação tanto para esses mercados como dentro deles deve ser revista.

4.    Investigar geradores alternativos de retorno: A política global focada no estímulo monetário criou uma abundância de capital buscando maiores retornos sobre o investimento. Isso levou a uma redução dos rendimentos disponíveis sobre os ativos tradicionalmente utilizados pelas seguradoras. Para melhorar a qualidade dos retornos obtidos das carteiras de crescimento, fontes de retorno não tradicionais, incluindo o uso mais amplo de ativos que prevêem um prêmio de iliquidez e que dependem do desempenho do gerente (também conhecido como "alfa"), devem ser consideradas pelas companhias de seguros.

5.    Investigar ativos reais: As seguradoras são tipicamente investidoras de longo prazo. Como tal, elas devem rever os benefícios potenciais significativos oferecidos pelo investimento em ativos reais, como imóveis e infraestrutura, levando especialmente em conta que esses ativos também podem fornecer alguma proteção contra um ambiente de inflação mais alta, o que agora parece mais provável.

6.    Entender e utilizar a liquidez: As seguradoras geralmente garantem liquidez adequada dos ativos para satisfazer as necessidades operacionais e de seguros da empresa. No entanto, a manutenção do excesso de liquidez pode apresentar um custo de oportunidade significativo na forma de retornos mais baixos. As seguradoras devem rever regularmente seu risco e necessidade de liquidez, não só para garantir que as necessidades do negócio sejam atendidas, mas também para garantir que as oportunidades de investimento não sejam perdidas.

7.    Integrar as considerações ambientais, sociais e de governança (ESG - environmental, social and governance): os fatores ESG estão ganhando cada vez mais destaque na definição da abordagem de investimento de longo prazo da seguradora. Um estímulo recente é a iniciativa global em curso para introduzir divulgações financeiras voluntárias relacionadas ao clima e ambiente da empresa, o que terá potencialmente um impacto de longo alcance sobre as seguradoras. Considerando proativamente o impacto que a iniciativa pode ter sobre o relatório e a divulgação de uma perspectiva de investimento é uma tarefa recomendada às seguradoras.

8.    Adotar uma implementação mais inteligente: Embora a estratégia de investimento seja geralmente o determinante-chave dos retornos realizados, a implementação eficiente pode proporcionar um valor agregado notável. As seguradoras são incentivadas a tomar medidas como garantir que as taxas de administração de ativos sejam competitivas, alavancando a escala de ativos em todo o balanço e considerando a terceirização de mandatos para ativos não tradicionais que anteriormente só seriam acessíveis a investidores maiores.

9.    Considerar medidas alternativas de quantificação de risco: O conjunto de medidas conhecido como Value-at-Risk (VAR) continua como o padrão de mercado para a mensuração de risco, e é a medida principal na qual as seguradoras se concentram ao definir sua estratégia de investimento. Embora tais medidas sejam uma ferramenta-chave para medir o risco, há várias limitações em seu uso. Essas medidas tradicionais de risco devem ser complementadas por medidas alternativas (por exemplo, análise de cenários), tanto na definição do apetite em geral ao risco de mercado quanto na determinação da alocação estratégica de ativos subjacentes.

10.  Alinhar as informações de gestão com a necessidade de dinamismo: A qualidade e quantidade de informações de gestão fornecidas aos conselhos e comitês de seguros melhoraram nos últimos anos, impulsionadas por fatores como aumento da regulamentação e demanda dos stakeholders. No entanto, isso ainda é um trabalho em andamento para muitas seguradoras. Além de assegurar a qualidade apropriada da informação de gestão, as seguradoras devem procurar avançar na definição e monitoramento de gatilhos específicos para ação (por exemplo, em torno de discrepâncias entre ativos e passivos), caso a experiência divirja materialmente das expectativas.

O relatório Investing in a New World: Top 10 Investment Ideas for Insurers (Investindo em um Mundo Novo: 10 Principais Ideias para Seguradoras) pode ser encontrado aqui:

www.mercer.com/our-thinking/top-priorities-for-insurers-firms.html

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