Nos últimos anos atravessamos mudanças significativas no cenário de investimentos para os Fundos de Pensão no Brasil, com impactos provindos principalmente da Reforma da Previdência e das baixas taxas de juros. Esse novo cenário fez com que os investidores institucionais tivessem que replanejar as ações para 2020, na qual uma nova abordagem de investimentos era primordial e demandava rápida atuação das entidades e participantes.

 

Porém, o ano de 2020 surpreendeu a todos e devido à pandemia, os planos tiveram que mudar novamente afetando, inclusive, as ações planejadas para 2021. Entretanto, mesmo com um cenário tão diferente e ainda incerto por causa das consequências no curto e médio prazo das medidas para combate da doença na economia mundial, os novos planejamentos não poderiam abdicar da diversificação doméstica e internacional, dada a importância de ambas para a composição dos portfolios das Entidades.

 

E com isso veio a principal questão: privilegiar a busca por uma maior diversificação doméstica em detrimento da internacional ou estabelecer processos que possibilitassem caminhar com ambas?

 

Afinal, esse é o momento de investir no exterior, em meio a uma pandemia, com tantas incertezas ainda?

 

Para responder essa e outras questões, a Mercer conduziu a pesquisa Tendências de Investimentos 2021 com 53 Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), que juntas concentram mais de um quarto de todo o patrimônio da indústria (cerca de R$275 bilhões), incluindo 6 das 10 maiores EFPC do país. Nela, os respondentes analisaram 10 questões relacionadas ao cenário de investimentos no exterior, alocação de ativos, tendências, oportunidades, desafios e dificuldades.


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